Vamos falar de

Cannabis?

5ª Edição São Paulo

5ª EDIÇÃO: COMITIVA DE PONTA – SÃO PAULO/SP
Data: 06/Jun/2024
Local: Canto Centro Cultural
Atração Musical: Dj Kalishiva
Tema: “Cannabis no Universo Feminino”
Mediadora: Amanda Cassenotte
Apoio: Maria Flor, Canto
Temas e palestrantes
“Relação sistema endocanabinoide (SEC) – Cannabis – Universo Feminino” – Micheline
Donato
Profissional Multiverso. Cientista. Bióloga, Mestre em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos –
Farmacologia; Doutora em Ciências: Fisiologia. 03 Pós-doutorados no Brasil e 01 Pós-doutorado
em Drug Discovery pelo Queens Medical Centre – University of Nottingham/ Reino Unido
trabalhando com canabinoides sintéticos. Atua em pesquisa clínica e não-clínica com Cannabis
medicinal desde 2017 e psicodélicos desde 2022.
“Cannabis, Ayuverda e Aromaterapia nos sintomas menstruais e da menopausa” –
Luciana Miranda.
Psicanalista, Pós-graduanda em Neurociências, Terapêuta Ayurvédica/BA.
“Como o tratamento com a Cannabis pode auxiliar a mulher?” – Grace Lopes.
Médica Psiquiatra/SP, Pós-graduada em Psiquiatra pelo IPEMED. Coordenadora da CT de
Saúde Mental da SBEC.
“Da semente ao paciente: desafios da atualidade” – Eliane Nunes
Médica Psiquiatra/SP, Diretora da Sociedade Brasileira do Estudo da Cannabis sativa – SBEC.
Fundadora do Projeto Mães Jardineiras – MMJ.
“Associativismo e Cannabis no Brasil: um olhar da Psicologia social e das Práticas
Integrativas e Complementares” – Violeta Cimino
Presidenta da Associação Canábica ACUCA/SP
“Os desafios de ser uma mãe atípica e a importância do tratamento com a Cannabis”
– Emilia Giovannini
Mãe atípica e neurotípica. Presidenta do Instituto Viver Ítalo. Ativista canábica. Mogi das
Cruzes/SP.
“Mulheres empreendedoras na Cannabis – Mary Jane Head Shop” – Andréa Lago.
Empreendedora e ativista canábica, produtora cultural e do carnaval de rua de São Paulo.
Com a Mary Jane Headshop promove a cultura e educação canábica especialmente para o
público feminino, atuando com o slogan #somostodasmaryjane, difundindo a ética do cuidado
para quebrar estereótipos que promovem o preconceito contra mulheres que defendem a
cannabis em seus mais diversos usos, seja recreativo, medicinal ou ritualístico.
“Uso holístico da Cannabis: esperitualidades, autoconhecimento e bem-estar” –
Caroline Apple
Jornalista independente, Comunicação Canábica e Psicodélica / SP.